Marcadores: destiny
Quinta-feira, Outubro 18, 2007
Terça-feira, Julho 31, 2007
Sábado, Abril 22, 2006
Sexta-feira, Abril 07, 2006
Sexta-feira, Março 10, 2006
Charles Baudelaire
Como os anjos de ruivo olhar,
À tua alcova hei de voltar
E junto a ti, silente vulto,
Deslizarei na sombra oculto;
Dar-te-ei na pele escura e nua
Beijos mais frios que a lua
E qual serpente em náusea fossa
Te afagarei o quanto possa.
Ao despontar o dia incerto,
O meu lugar verás deserto,
E em tudo o frio há de se pôr.
Como os demais pela virtude,
Em tua vida e juventude
Quero reinar pelo pavor.
(Perdoe-me por ser uma tradução. Não falo francês. Ainda.)
Segunda-feira, Março 06, 2006
If they're green or they're blue
Anyway the thing is well I really mean
Yours are the sweetest eyes I've ever seen
Terça-feira, Janeiro 31, 2006
Quarta-feira, Janeiro 18, 2006
Quarta-feira, Dezembro 28, 2005
Quinta-feira, Dezembro 22, 2005
Acredite se quiser, o post abaixo foi postado sem saber do coment do dia 15 e depois de uma longa conversa sobre o assunto com alguém que nunca falei tão profundamente sobre esses assuntos. Mas deve ser apenas coincidência mesmo nesse Chaos que rege o universo. Nada de energias ou manuscritos, creio. Não pra mim. É, realmente, uma pena.
Ela é apenas minha colega de trabalho. Nada demais. Eu sem vc é como vc sem mim. Mas não era pra mim. Aposto minha alma.
"Case-se comigo
Vanessa Da Mata
Composição: Liminha e Vanessa da Mata
Case-se comigo
Antes que amanheça
Antes que não pareça tåo bom pedido
Antes que eu padeça
Case comigo
Quero dizer pra sempre
Que eu te mereço
Que eu me pareço
Com o seu estilo
E existe um forte pressentimento dizendo
Que eu sem você é como você sem mim
Antes que amanheça, que seja sem fim
Antes que eu acorde, seja um pouco mais assim
Meu príncipe, meu hóspede, meu homem, meu marido
Meu príncipe, meu hóspede, meu marido
Case-se comigo
Antes que amanheça
Antes que não me apareça tão bom partido
Case-se comigo
Antes que eu padeça
Case-se comigo
Eu quero dizer pra sempre
Que eu te mereço
Que eu me pareço
Com o seu estilo
E existe um forte pressentimento dizendo
Que eu sem você é como você sem mim
Antes que amanheça, que seja sem fim
Antes que eu acorde, seja um pouco mais assim!"
(Obviamente a letra foi escrita de uma mulher para um homem. Nesse caso, eu escrevo pra uma mulher. Mudem os gêneros)
Terça-feira, Dezembro 20, 2005
Dizem por aí que não quero encontrar algumas pessoas. Não é bem assim.Mas não se preocupe. Delete é um bom comando e foi usado.
Quinta-feira, Dezembro 15, 2005
Sábado, Novembro 26, 2005
"Os estóicos identificam a ataraxia com a apatia, isto é, a serenidade intelectual, o domínio de si, o estado da alma que se tornou estranha às desordens das paixões e insensível à dor, rejeitando a procura da felicidade; já que as "coisas" não podem ser de outro modo, o mais sensato é acomodarmo-nos.
Os cépticos e os epicuristas procuram o mesmo através da ataraxia, atitude que, sem renunciar à amizade, à compaixão, ao prazer ou à dor, não permite a perda do equilíbrio espiritual. Epicuro entende que se chega à felicidade pelo prazer, mas, porque alguns prazeres se revelam nefastos, é necessário fazer uma "triagem", rejeitando aqueles que não são naturais ou não são necessários à nossa paz: o prazer é, então, ausência de perturbações passionais da alma -- a ataraxia. O homem sem paixões é o que é/está em si e para si: "estar fora de si" (o homem colérico, diz-se, é o que está fora de si) é a expressão que traduz o estado contrário à ataraxia."
Quarta-feira, Novembro 09, 2005
Quinta-feira, Novembro 03, 2005
Quarta-feira, Novembro 02, 2005
Sinto as convulsões típicas. Sinto a tosse vindo. Uma única palavra desencadeou todo o processo de destruição. À dor que já ardia o peito veio se juntar o vômito desesperado do homem destruído. Não era necessário jogar essa ultima pá de areia. Eu já estava morto e putrefato, arrastando meu corpo fedorento e repulsivo pelo mundos dos vivo como se um deles fosse, mas a morte já havia me alcançado e os olhares de asco e rancor que me atingiam queimava minha carne exposta, aumentando o fedor podre que me envolvia. E, num último toque de sarcasmo, a Morte havia me deixado morto e respirando, morto e sentindo, morto e ainda morrendo. Deixou jogado neste mundo, arrastando as dores do espírito por entre o desprezo dos ainda vivos, como um monumento a tragédia dos que, até pela morte, são deixados pra trás. Então, do meu estômago de thanatus, um turbilhão dobrou meu corpo, um ardor quente veio-me a garganta e jogou-se na porcelana branca. E o vermelho do sangue vomitado manchou meus lábios de vida em agonia.
*texto escrito aos 8 dias do mês de setembro e publicado em outro blog meu.
Quinta-feira, Outubro 27, 2005
Bom, me desculpe por ontem. Eu simplesmente fiquei sem ação por causa do susto e outras "coincidências". Minha consciencia tentava simplesmente desistir e me abandonar e meu corpo tentava bravavemente se mover. Enfim.
Sexta-feira, Outubro 21, 2005
Quinta-feira, Outubro 20, 2005
"O amor é
bicho fragil
Cachorro sem dono
que se tira de fuça
no primeiro carinho
O amor é
sono leve
Que acorda assustado
de noite, aos prantos
com qualquer barulhinho
Eu fui
apenas o meio
a via pro fluxo
desse troço nervoso
que gira o mundo
Frente a seguir
Você foi
silêncio profundo
A razão disso tudo
O mais forte dos gostos
O único gozo
Ao menos pra mim"
Os dois meses que vivi. Um dos poucos momentos em que realmente vivi. Sinto fala da luz dos teus olhos.
Quinta-feira, Outubro 13, 2005
Quinta-feira, Setembro 22, 2005
De Maria não se sabe, a Irmã casou-se em colo falso,
João matou seu amor e o enterrou no interior.
7532442325.
Sexta-feira, Setembro 02, 2005
Quinta-feira, Setembro 01, 2005
Quarta-feira, Agosto 24, 2005
Terça-feira, Agosto 23, 2005
Segunda-feira, Agosto 22, 2005
Quinta-feira, Agosto 18, 2005
Segunda-feira, Agosto 15, 2005
Bem, não tá bom, mas é uma tentativa depois de meses. Encarem, se é que alguém ainda vem aqui, como uma tentativa de furar o bloqueio que eu mesmo imposto por alguma zona obscura de mim. E contem ainda que perdi ultima metade do texto por causa dessa merda de cpu e tive que reescrever, puto e sem paciência. enfim. Aí vai... Bom... E pra completar... Depois que eu publiquei deu pau geral no template... Claro, comigo nada é simples... Bom, tá mudado... perdi os coments antigos, por enquanto...
Era impenetrável. Espessas paredes de concreto e aço selavam o lugar, como um crânio. Havia sido projetado a pedido de um milionário, que cansou o mundo e trancou-se em seu próprio desespero. Um banheiro, uma vasta despensa, uma cama e, num derradeiro sinal de autopiedade, uma .45 completavam o cenário da sua liberdade. Sem portas nem janelas, apenas pequenos dutos para a renovação do ar, vivia nu a divargar com seus Demônios, expondo-lhes suas teorias desvairadas que já haviam lhe expulsado do mundo e estavam agora o expulsando de si mesmo. Cagava, como cagam todos, quando a ouviu:"Olá estranho". Ele, a principio, não a reconheceu. Não que a tivesse conhecido pessoalmente, ele simplesmente não reconheceu o que era aquilo que se movia e emitia sons ininteligíveis e parecia, de alguma maneira, estar interagindo com ele. Achou que pudesse ser um de seus Demônios , mas aquilo possuia algo estranho na extremidade superior, algo que Eles não tinham. Duas esferas, uma dentro da outra, a maior castanha e a menor, quase invisível, negra, circundadas por uma imensidão branca. Num ato reflexo, sentiu os lábios contrairem e ouviu sua voz responder:"Olá estranha". Como um vômito, suas memórias lhe foram devolvidas pelos deuses esquecidos da memória e a dor lancinante que se segiu à sua epifânia o fez perder os sentidos nu e sujo de merda. O barulho das águas da cachoeira batendo nas pedras do lago o fez acordar. Mesmo depois de algum tempo no exterior, a luz do sol ainda o incomodava. Baixou os olhos e a viu dormindo a seu lado, os longos cabelos dourados caídos delicadamente sobre os ombros e o rosto levemente voltado para a luz. Com suavidade, encostou seus lábios nos Dela. Ela despertou, sorriu pra ele com doçura e, mais uma vez, entregaram-se ao silêncio e aos corpos como um náufrago se entrega ao mar. Depois, como sempre faziam, nadaram até a outra margem do lago para ver o por-do-sol. E ali, no crepúsculo, onde todas as coisas morrem, Ela acriciou delicadamente o seu rosto e lhe disse:"Adeus e obrigada. Vou indo. Não que que me sigas". Pulou no lago e desapareceu na noite, jogand-lhe a solidão nas costas. A escuridão o cercou e seus Demônios voltaram, com risadas de escárnio, rindo da sua destruição. Um deles atirou-lhe sua .45. Ele a pegou, olhou-a e pensou:"Não preciso mais disso" e enfiou uma bala na cabeça, se entregando à morte como uma criança se entrega à vida: nú e sujo de merda
Quinta-feira, Junho 02, 2005
Quarta-feira, Junho 01, 2005
Terça-feira, Maio 24, 2005
Quarta-feira, Abril 20, 2005
Domingo, Abril 17, 2005
Terça-feira, Abril 12, 2005
Quinta-feira, Abril 07, 2005
Segunda-feira, Abril 04, 2005
Terça-feira, Março 15, 2005
Quinta-feira, Março 10, 2005
"(...)disse que iria segurar o mandado de prisão por uma hora para dar tempo para que Jackson aparecesse na corte. Porém, o prazo já inspirou.(...)"
http://exclusivo.terra.com.br/interna/0,,OI485637-EI4687,00.html
Terça-feira, Março 08, 2005
Sexta-feira, Março 04, 2005
Quando, quando eu vou enfiar o carro no pote ou um meteoro vai cair em minha cabeça espatifando meus miolos no asfalto feito jaca mole? Já demorou demais. Tô cansado disso.
O mundo é o pior lugar pra se viver hoje em dia. é por isso que tem tanta gente doida.
Why, oh why, didn't I take the blue pill?
Quinta-feira, Março 03, 2005
Ave perdida para sempre - crença
Perdida - segue a trilha que te traça
O Destino, ave negra da Desgraça,
Gêmea da Mágoa e núncia da Descrença!
Dos sonhos meus na Catedral imensa
Que nunca pouses. Lá, na névoa baça
Onde o teu vulto lúrido esvoaça,S
eja-te a vida uma agonia intensa!
Vives de crenças mortas e te nutres,
Empenhada na sanha dos abutres,
Num desespero rábido, assassino...
E hás de tombar um dia em mágoas lentas,
Negrejadas das asas lutulentas
Que te emprestar o corvo do Destino!"
Augusto dos Anjos


